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Ultra-som de 1Mhz e 3Mhz Pulsado e Contínuo CO500


Ultra-som de 1Mhz e  3Mhz Pulsado e Contínuo (Uso estético e fisioterápico)

Indicações: Ultrasom 3Mhz para estética eficaz no tratamento contra a celulite e pós operatório, e de 1Mhz para tratamento fisioterápico.

Freqüência do ultra – som

Brasil: 1 Mhz / 3 Mhz / 5 Mhz ( cada cabeçote de tratamento apresenta apenas uma freqüência de emissão ):

1 Mhz: penetra muito além da pele nos tecidos biológicos ( até 6,5 cm de profundidade );

3 Mhz: penetra toda a extensão da pele ( epiderme, derme, hipoderme ) e tecido adiposo ( cerca de 2,5 cm de profundidade ), .

5 Mhz: penetração muito reduzida ( menos de 1 cm de profundidade )

Limites de intensidade do ultra-som:

Intensidade reduzida no caso de maior proximidade óssea ( ex: joelhos );

Intensidade ligeiramente mais alta, no caso de maior distância óssea e melhor irrigação sanguínea ( ex: glúteos ).

Tempo de tratamento:

Delimitar a área da pele a ser tratada:

Tamanho máximo ideal: 10cm x 10 cm ( equivalente a área de 04 cabeçotes ): Áreas grandes ( ex: glúteos ): subdividir cada glúteo em 02 quadrantes e aplicar o ultra-som por 06 minutos em cada quadrante.

Regra para determinação do tempo de tratamento:

Cálculo de quantos cabeçotes do aparelho cabem dentro da área da pele que você quer tratar: atribua 3 minutos para o primeiro cabeçote e 1 minuto para cada cabeçote a mais. Exemplo:

Área de 10cm x 10cm ( cabem 04 cabeçotes ):

1° cabeçote – 3 minutos

2° cabeçote – 1 minuto

3° cabeçote – 1 minuto

4° cabeçote – 1 minuto

Total: 6 minutos

Conservação do aparelho:

A cada 15 minutos de utilização, o equipamento de ultra – som  deve ser mantido desligado por 5 minutos para que o cristal contido dentro do cabeçote de tratamento esfrie.

Técnica de aplicação

Colocar sobre a pele o produto ( gel ou creme ) contendo princípios ativos a serem penetrados ( meio de acoplamento );

Manter o cabeçote sempre em contato com a pele e em constante movimento;

Movimentos:

Lineares ou em pequenos círculos;

Lentos, rítmicos e com leve pressão.

Duração do tratamento:

Devem ser realizadas, no mínimo, 02 sessões semanais. O ideal é realizar tratamento em dias alternados ( dia sim, dia não);

Reavaliar a cliente após 10 sessões;

Geralmente o tratamento atinge cerca de 20 sessões ( cerca de 02 meses );

Após a alta, a reavaliação deve ser realizada de 06 em 06 meses.

Precauções e contra-indicações

Sobre o abdome de gestantes;

Sobre a região dos ovários;

Sobre áreas com distúrbios vasculares periféricos ( TVP, tromboflebite ou aterosclerose severa );

Sobre irritações ou afecções de pele e na presença de lesão cutânea no local;

Sobre o tórax de portadores de marca passo cardíaco ou cardiopatas;

Processos infecciosos;

Tumores malignos;

Portadores de hemofilia não- controlada;

Sobre epífises de crescimento em crianças e jovens;

Sobre pele anestésica ( sem sensibilidade );

Definição

A aplicação de ultrassom promove hiperemia graças ao aumento da circulação sangüínea na zona tratada. Este processo deve-se ao efeito térmico e a ação das substâncias vasodilatadoras que ativam o metabolismo local.

Paralelamente, ocorre um aumento de permeabilidade das membranas, favorecendo, além do efeito estimulador da circulação os intercâmbios celulares, reabsorção de edemas. O Ultrassom tem ainda efeito analgésico e de relaxamento muscular pela ação térmica que age diretamente nas fibras contráteis e nervosas.

Desta forma, o ultrassom torna-se um poderoso aliado do trabalho do profissional no combate a celulite localizada.

Efeitos Básicos produzidos pelo Ultrasso

  • Efeito Mecânico: A sonorização produz sobre o organismo uma série de pressões e descompressões que conferem um movimento oscilatório das partículas intra e extras celulares. Desta forma se vêem submetidas a uma aceleração violenta, com paradas bruscas, originando variações de pressão consideráveis. Esses conjuntos de efeitos formam a micromassagem a nível celular que:
  • Produz um aumento da permeabilidade da membrana celular, acelerando o intercâmbio de fluidos, favorecendo o processo de difusão e melhorando o metabolismo celular;
    Pode produzir desagregações de complexos celulares e macromoléculas;
  • Favorece a liberação de aderências, provavelmente pela separação das fibras colágenas.
  • Efeito Térmico: a energia mecânica absorvida pelos tecidos pode transformar-se em energia térmica, já que o organismo não é completamente elástico opondo uma resistência ao movimento mecânico, tendo um resultado final à produção de calor.

Esta produção de calor contribui para a estimulação do metabolismo celular e da circulação sangüínea, favorecendo a instalação de uma hiperemia na região.

Independente dos efeitos benéficos da produção de calor temos que manter o cabeçote do ultra-som sempre em movimento contínuo para evitarmos uma produção exagerada de calor em um só local.

  • Efeito Químico: como conseqüência dos fatores mecânicos e térmicos, aparecem umas séries de reações químicas como:
  • Liberação de substâncias vasodilatadoras;
  • Desagregação de moléculas complexas;

Dúvidas Freqüentes:

Que tipo de Ultra Som deve ser usado: pulsado ou contínuo?
Sua escolha vai depender do tipo de resposta que se queira selecionar. O modo contínuo eleva mais efetivamente a temperatura do tecido. Os modos pulsados, que possuem ciclo de trabalho de 20%, 10% ou 5% diminuem os efeitos térmicos. Ambos, contínuo e pulsado, podem produzir efeitos não térmicos. Os efeitos não térmicos do Ultra Som incluem a estimulação da regeneração dos tecidos moles e restauração óssea, aumento do fluxo sanguíneo e mudanças no metabolismo das células e promovem o alívio da dor . Observa-se que o modo contínuo aumenta a extensibilidade em estruturas ricas em colágeno, aumento na mobilidade articular, diminuição do espasmo e da dor, aumento do fluxo sangüíneo e da velocidade de condução nervosa produzindo ainda reações inflamatórias medianas (liberações histamínicas).

2 - Como devo selecionar a intensidade mais apropriada de Ultra Som para o tratamento?
Isto dependerá do estado do tecido (por exemplo: contraturas, lesões profundas), o tipo e a profundidade do tecido que se deseja alcançar, o modo de aplicação do Ultra-som (pulsado ou contínuo) e a freqüência. Para o tratamento na fase inflamatória, os efeitos não térmicos e pequenas dosagens podem produzir respostas favoráveis das células; entretanto o Ultra-som em modo contínuo com intensidades maiores que 2W/cm2 podem realmente retardar o processo de restauração . Para diminuir os efeitos térmicos, Ultra-som em modo pulsado com intensidades menores que 1.0 W/cm2 também poderá ser usado. Intensidades maiores de Ultra-som em modo contínuo (1.5-2.5 W/cm2) poderão ser necessárias, quando o tecido que se deseja atingir for de localização profunda ou ainda quando existirem tecidos contraídos . Quanto maior for a freqüência de Ultra-som, maior será a atenuação e a absorção de energia em estruturas superficiais, isto é, 1 a 2cm abaixo da superfície da pele. A freqüência de 1 MHz deverá ser usada para tratar tecidos localizados em profundidades de 3 a 5 cm.

3 - Com o aumento da intensidade pode-se compensar a diminuição do tempo de aplicação?
O aumento da intensidade não pode compensar a diminuição do tempo de tratamento pois os efeitos produzidos pelas duas variáveis diferem. O aumento da intensidade pode elevar excessivamente a temperatura do tecido e portanto não é desejado .

4 - Quando estivermos usando o Ultra Som para introduzir medicamentos (fonoforese), qual o tipo de Ultra Som deveremos usar: contínuo ou pulsado?
Dyson (1985), afirma que a fonoforese torna-se mais fácil com aplicação de efeitos não térmicos (ondas pulsadas). Mudanças na permeabilidade dos tecidos facilitam a penetração dos medicamentos através da pele . O Ultra-som em modo contínuo ou pulsado com a mesma intensidade média possuem essencialmente o mesmo efeito de transporte ativo de íons através das membranas biológicas, sobre a permeabilidade e sobre mecanismos de difusão através das membranas . Devidos aos efeitos térmicos, ondas contínuas induzem uma pequena reação pró-inflamação. Se o objetivo do tratamento é diminuir a inflamação através de aplicação de hidrocortizona, deve-se dar preferência ao modo pulsado.

5 - Pode-se usar Ultra Som em turbilhão metálico quando se aplica a técnica de imersão?
Não, pois a energia do Ultra-som se refletirá no metal.

6 - Qual a diferença clínica entre 1.0 e 3.0 MHz?
O Ultra-som de 1.0 MHz é usado em estruturas mais profundas (músculos, tendões, bursas), pois ele é pouco absorvido em estruturas superficiais e em tecido adiposo. Ao contrário, 3.0 MHz deverá ser usado em estruturas superficiais, tanto com cotovelos, pois a energia é absorvida nos tecidos que estiverem entre 1 e 2 cm abaixo da superfície da pele, evitando o rebote do periósteo.

7 - Quantas aplicações de Ultra-Som podem ser realizadas durante o tratamento?
Se não forem obtidos resultados positivos nas primeiras aplicações, com certeza: ou o Ultra-som não é indicado para o tratamento ou o aparelho não funciona corretamente, ou está descalibrado.

8 - É contra indicado o uso de Ultra Som no músculo peitoral maior devido a este músculo estar próximo ao coração?
Como o Ultra-som possui grande dirigibilidade do feixe, pode-se optar pelo tratamento da área usando freqüência de 3MHz ou com intensidades baixas de 1.0 MHz. A intensidade aplicada diminui exponencialmente com a distância devido à absorção e distribuição através dos diferentes tipos de tecido (ou seja, o músculo absorve mais energia ultra-sônica do que gordura  (Dyson, 1985).
A espessura de meio-valor (D/2), ou seja,  a distância percorrida pelo feixe antes que ele seja decrescido pela metade do seu valor original, também é uma forma de calcular a atenuação. Se o tecido a ser atingido está a 5cm de profundidade e estiver usando 2.0W/cm2 a 1 Mhz de freqüência, o tecido em questão receberá 1 W/cm2 o qual é a metade do seu valor (Summer e Patrick, 1964). Assumindo-se que o coração esteja a 4 cm da superfície da pele, uma dosagem de 0.5W/cm2 poderá seguramente ser aplicada.

9 - É seguro aplicar o Ultra Som no ligamento colateral lateral dos joelhos em uma pessoa de 15 anos de idade?
O Ultra Som é usado na cura de danos à ligamentos, entretanto, devido a proximidade do ligamento colateral lateral do joelho à epífise de crescimento do fêmur, tíbia e fíbula; o Ultra-som não deverá ser usado até que o crescimento tenha sido completado (Griffin, 1982). Este centro de crescimento do osso longo em particular encerra-se entre 18 e 20 anos de idade.

10 - O que significa E.R.A?
Área de Radiação Efetiva do cabeçote, o que significa que a área da superfície do cabeçote pode não corresponder à área de emissão de ondas e o calculo da dose para ser real precisa considerar o tamanho da área de emissão. Áreas de emissão próximas ao tamanho do cabeçote necessitam de tempos menores que áreas efetivas de tamanhos menores que a do cabeçote.

11 -  O que é atenuação e por que ela ocorre?
O Ultra Som sofre alterações à medida que atravessa um meio, o que causa atenuação de sua intensidade durante este trajeto. Parte desta atenuação é causada pela conversão de energia em calor por absorção e o restante, pela reflexão e refração do feixe.

12 - Por que os movimentos do Ultra-som devem ser lentos e contínuos?
Devido a não uniformidade do feixe de Ultra Som, o cabeçote não deve ficar parado sobre um mesmo local. Também não deve ser movimentado muito rápido, pois não haveria tempo do tecido entrar em ressonância. O melhor procedimento é o movimento circular-deslocado, numa velocidade de 1 a 2 cm/segundo.

13 - É verdade que se aplicarmos crioterapia antes do Ultra-som, a terapia será mais profunda?
Sim, pois o gelo faz com que as estruturas se comprimam, assim tornando menor a absorção do Ultra-som na superfície. O uso de calor superficial na região provocará aumento da temperatura dos tecidos superficiais, onde ocorrerá maior absorção do Ultra-som, diminuindo, portanto a efetividade em tecidos profundos.

14 - É necessário calibrar o Ultra Som freqüentemente?
Sim, recomenda-se uma aferição a cada 6 meses ou toda vez que o cabeçote cair no chão, apresentar trincas, ou algum tipo de ruído. Só assim poderá ser realizada uma terapia eficaz com doses realmente confiáveis.

15 - É verdade que o cada centímetro que afastarmos o cabeçote, no uso subaquático, temos que dobrar a dose?
Não, pois efeitos de atenuação do Ultra Som no subaquático só devem ser percebidos quando a distância entre o cabeçote o membro atingir 11 metros.

16 - Derrubei o cabeçote do ultra-som, fiz o teste colocando álcool em cima do cabeçote, está funcionando, mas gostaria de saber se mesmo assim ele pode estar com problemas?
Primeiramente, deve se ter extremo cuidado com o manuseio do cabeçote do ultra-som, pois este denota-se um dispositivo delicado e em caso de queda será necessário procurar a assistência técnica especializada, pois este sofrerá alterações em seu corpo físico, mesmo que não seja visíveis a olho nu, prejudicando o funcionamento do aparelho e comprometendo os resultados do tratamento.

17 – Existe o Ultra-som de 1 e 3MHZ, Comentam que se trocar o cabeçote, transformo o de 1MHZ em 3MHZ e vice-versa. Isso tem fundamento?
Isto não tem nenhum fundamento, pois se o aparelho possui cabeçote de 1 MHZ significa que o mesmo possui componentes elétricos e eletrofisiológicos para tal está para tal e vice-versa.

18 - Como testar a emissão de ondas do cabeçote do ultra-som?
Para tal é só colocar álcool em cima da área de radiação e ligar seu aparelho, se a água começar a vibrar de forma homogênea é sinal que está havendo a emissão de ondas. Para um teste mais técnico e fiel é necessário levar o equipamento para a assistência técnica e fazer a aferição.

 

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